A ICRB é uma igreja evangélica, bíblica e reformada. Tem como missão levar os ensinamentos do Senhor Jesus Cristo. Cremos que Jesus é o único que pode nos reconciliar com Deus e nos conduzir no caminho da paz, da fé e da alegria. Também na necessidade de nos reunirmos em comunhão e oração. Você e sua família são muito bem-vindos!
domingo, 18 de agosto de 2024
Os distraídos discípulos de Jesus
domingo, 11 de agosto de 2024
Romanos 9.19-33 (2)
A graça nos permite conhecer coisas grandiosas da parte de Deus. Provavelmente, o mais precioso presente que um pecador pode ter recebido é a salvação. O artigo dezesseis da CONFISSÃO BELGA, alude dessa forma sobre esse assunto: “Cremos que, quando o pecado do primeiro homem (Adão) o lançou com toda a sua descendência na perdição, Deus se mostrou como ele é, a saber: misericordioso e justo. Misericordioso, porque ele livra e salva da perdição aqueles que ele, em seu eterno e imutável conselho, somente pela bondade, elegeu em Jesus Cristo nosso Senhor, sem levar em consideração obra alguma deles. Justo, porque ele deixa os demais na queda em que eles mesmos se lançaram.” Como dito no sermão do domingo passado, dia 04/08/2024; o verso vinte e dois está em contraste com o verso vinte e três. No primeiro, nitidamente os homens se preparam para tal. Por último, como diz Paulo: “…a glória que preparou de antemão…”. Deus fez a obra salvadora na vida do seu povo antes da fundação do mundo. Destarte, a Bíblia ensina que Deus vem trabalhando na vida dos filhos a muito tempo. Esse ensino deve produzir certeza inabalável sobre a vida eterna. Outro fator importante que vem sendo ensinado aqui por Paulo é a pluralidade. Ou seja, nada de guetos, exclusividades. É mais coerente dizer que Paulo está com um leque aberto quando fala sobre o favor salvífico de Deus. No início do verso vinte e quatro, Paulo diz tudo: “os quais somos nós…” Nós o que? Aqueles que foram preparados de antemão. Se a leitura ficar só até aqui, pode-se ter um entendimento errado do que Paulo está instruindo essa igreja. Mas o restante do verso vinte e quatro amplia esse nós: “...a quem também chamou, não só dentre os judeus, mas também os gentios?”. Paulo ensina que o chamado e a ação graciosa de Deus na salvação se estende para todas as pessoas. Não todas as pessoas da terra, mas todos os povos e nações. O exemplo disso é: judeus e gregos. Ou seja, há salvação na nação de Israel, para “aqueles que são descendentes de Abraão”. E há salvação entre os gentios. Aqueles que estão longe e, pouco ou nada conhecem do Senhor Deus. Isso que o apóstolo está ensinando faz parte da realidade de vida dele. Como um bom teólogo, Paulo faz questão de dar subsídio para os seus escritos. É como se ele dissesse assim: Além das minhas palavras e daquilo que eu vivo no ministério, os Escritos Sagrados testificam meu posicionamento. Então, por causa das suas certezas bíblicas, ele expõe esses textos: (Os 2.23; Os 1.10; Is 10.22,23; Is 1.9). Esses textos escritos pelos profetas Oséias e Isaías, testificam o discurso do apóstolo: - “Farei do que não era povo, meu povo”. - “Os salvos do povo de Israel serão o remanescente” (Paráfrase minha). Esses textos não estão isolados e solitários. Existem inúmeros outros no Antigo Testamento. Com isso, os religiosos, de forma alguma poderiam afirmar que o que estava sendo ensinado pelo Apóstolo Paulo era uma novidade doutrinária. Ou mais, uma heresia, pois os ensinos de Paulo, contrariava e afrontava diretamente a égide da religião. Por último, Paulo aplica mais dois textos: (Is 28.16; Sl 118.22) Duas realidades aqui: 1 - Os gentios foram conduzidos pelo Espírito ao caminho da fé em Jesus, e encontraram vida. 2 - Os judeus, presos na burocracia da religião, tropeçaram em Cristo.
domingo, 4 de agosto de 2024
Romanos 9.19-33
Em dois blocos, chegamos na reta final do capítulo nove de Romanos. Está dividido assim: 1 - A soberania de Deus 2 - A responsabilidade de Israel. Paulo agora irá delimitar aquilo que ele vem expondo desde o primeiro verso; Deus é totalmente soberano e Senhor. Ele estabeleceu decretos e não pode ser contrariado. Todo homem, quer seja judeu ou grego, encontra-se sob essa sentença. E, ainda, os homens são responsáveis por suas escolhas e obras. O todo desse capítulo, assim como o todo da Bíblia é Cristo; “...a pedra de tropeço…”(v.29). E ainda, a pedra angular. Aqueles que foram conduzidos e justificados, o foram em Cristo. Aqueles que foram rejeitados, e tiveram seus corações endurecidos, também foram em Cristo. Os gentios conduzidos pelo Espírito Santo, olharam para Jesus e encontraram a vida eterna. Os “Judeus”, impedidos pelo Espírito Santo, viram em Jesus uma afronta, e foram condenados. Paulo começa a instrução no verso dezenove trazendo mais uma vez um questionamento, e o vértice dessa inquirição é a soberania de Deus. Ou seja, no fim, é Ele que prevalecerá impondo sua santa vontade. Engraçado, os homens contemporâneos pouco se importam com Deus e sua Palavra. Vemos nisso uma bandeira de independência e pseudo totalitarismo de vida. É como se dissessem assim: - “Aqui quem manda sou eu”. Essa atitude no mundo não é de se estranhar, mas quando vemos pessoas dentro da igreja com esse posicionamento… Certamente são os passageiros convencidos. No verso vinte, Paulo impõe aos seus leitores uma problemática fácil de ser respondida, mas difícil de ser aceita por muitos: “Quem é o homem para discutir ou questionar a Deus?” (Paráfrase minha). No próprio verso, Paulo faz uma analogia entre objeto e criador, e deixa a resposta clara; o objeto criado não pode se voltar contra o criador e questioná-lo por que o fez de tal forma. Da mesma maneira, o homem criado por Deus deve seguir o mesmo entendimento. No verso vinte um ele faz uso da imagem de um oleiro e suas criações de barro. A questão é: Pode o vaso criado pelo oleiro questioná-lo? Não! Assim é Deus e toda a sua criação. Do verso vinte e dois a vinte e quatro, Paulo aplica didaticamente aquilo que ele ensinou nos versos anteriores: 1 - Deus mostra sua ira e revela seu poder nos vasos de ira, que foram preparados para a perdição. 2 - Revela sua riqueza, em glória, para os vasos de misericórdia. No verso vinte e quatro, Paulo diz assim: “Os quais também somos nós” Essa frase refere-se ao verso vinte e três. Entre judeus e gregos, ou seja, não todos os judeus e gregos, mas alguns dentro desses grupos foram chamados para a glória de Deus. Do verso vinte e cinco a vinte e nove, Paulo usa textos do Antigo Testamento para dois propósitos: 1 - A comunidade leitora verá que esses fatos são verdades desde tempos idos. 2 - Está sempre respaldado pela Palavra de Deus. Do verso trinta a trinta e três, Paulo fecha o capítulo nove dizendo: 1 - Os homens/judeus são totalmente responsáveis por seus atos. 2 - Os gentios foram conduzidos pelo Espírito Santo para o caminho da fé. Assim, alcançaram graça e salvação. 2 - Os judeus permaneceram duros de coração, pois não foram conduzidos pelo Espírito Santo ao mesmo caminho. Assim, ao se depararem com Jesus, tropeçaram, o rejeitando. Importantes ensinamentos ficam aqui para nós que estamos em Cristo: 1 - Gratidão! Pois, certamente o Espírito Santo nos tirou da condição de empedernidos 2 - Intercessão. Devemos clamar pelos que ainda não foram alcançados. 3 - Vivermos todos os dias desejosos de conhecer mais a Jesus.
DISTANTES DE DEUS
O homem vive num constante labirinto competitivo. A luta entre os pares é para chegar ao maior conhecimento reconhecido. Colocar o nome no f...
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Alguns questionamentos nos cercam desde tempos idos, e muito incomodam por não serem respondidos ou quando são, tem por característica o i...
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Chegamos na segunda parte do texto, verso cinco ao verso doze. Nesse bloco, para melhor entendimento dos irmãos, foi intitulado assim: “ A d...

