terça-feira, 18 de abril de 2023


 

Alguns questionamentos nos cercam desde tempos idos, e muito incomodam por não serem respondidos ou quando são, tem por característica o insatisfatório. O sentido da vida, entre tantas incógnitas, é o que o coração humano mais deseja saber, é a informação que vale um milhão. Pessoas espalhadas por todo o mundo. Do mamando ao caducando. Do ontem e de agora. O douto, e até o mais ignorante. O rico e o pobre. Sem exceção, todos querem saber o seguinte: 1 – De onde vieram 2 – Para onde vão. Saber as respostas certas sobre essas perguntas afagarão idiossincrasias muito perturbadas pelo obscurantismo. É lógico que as pessoas não querem a(s) resposta(s) certa(s). O homem busca por informações que afaguem seus desejos mais primitivos e cavernosos. No fundo, o homem procura saber aquilo do amanhã que ele possa gerir da maneira que mais apeteça seu coração. O desespero que alardeia o homem está naquilo que o permeia. Cientistas dizem que no pós-morte só resta à escuridão; ou seja, nada. Morreu, acabou! Algumas religiões apontam para evoluções ou digressões espirituais. Ou a alma será levada para andares superiores e será aperfeiçoada para uma nova oportunidade, ou será levada para camadas inferiores e purgará até ser aperfeiçoada. Outras ainda apontam para bagagens que levarão, quase que imediato para um retorno muito bulboso, estranho, e boa parte das vezes nojentas. Inúmeros incautos dizem assim: “Vivamos tudo e todos os desejos que rodeiam nossos corações, pois, depois daqui o nada nos espera”. Essa proposição é, infelizmente, concordada até por muitos ditos cristãos, quando dizem que aqui é o fim de tudo. A ignorância relacionada ao fim está totalmente atrelada ao desconhecimento do início. Não conhecer o encete de tudo, desconhecer o propósito da vida, e estar alheio ao Criador, são inevitavelmente sentenças que conduzirão homens aos abismos mais profundos e sem respostas. O fim está no início. O início desvenda não só o fim, mas é luz para toda a caminhada da vida. É estudando a Palavra de Deus, que, o povo que foi chamado para ser santo, pode, e deve andar com passos firmes e esperançosos até o último dia de suas vidas. No livro de Gênesis, mais especificamente, nos três primeiros capítulos, encontramos aquilo que tecnicamente é qualificado como mandatos pactuais. É na narrativa de Moisés que o povo de Deus descobre e se deleita na forma exigida de viver. Deus estabelece ali três mandatos: 1 – Mandato cultural; ou seja, como sua criação deveria viver e se relacionar com o que foi criado. Como deveria cuidar da criação de Deus. Como deveriam trabalhar. Como deveriam desenvolver arte, ciências e respostas aos desafios das novas gerações e etc. 2 – Mandado social; ou seja, relacionamento! Nossos pais lá no Éden deveriam aprender de Deus como desenvolver toda uma rotina de vida para o bom, agradável e santo relacionamento de todas as gerações que viriam. 3 – Mandado espiritual; ou seja, obediência! Basicamente, o mandato espiritual é a forma como Deus exige que o homem se relacione com Ele.

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