Ele construiu impérios, lotou estádios, escreveu livros que mudaram vidas. Chamavam-no de "gigante da fé". Mas, nos bastidores, sua família desmoronava, a honestidade em seus negócios era obscura e ele maltratava a equipe. Ele era admirado por muitos e temido por poucos. Ele venceu o mundo, mas perdeu a si mesmo no processo...
Pergunto-vos:
Nossas conquistas ministeriais importam mais do que o nosso convívio diário com o amor e a condição real da nossa alma?
Estamos traindo o que cremos e não amamos?
Estamos seguindo Cristo com o corpo, mas perdendo a alma pelo caminho?
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