A ICRB é uma igreja evangélica, bíblica e reformada. Tem como missão levar os ensinamentos do Senhor Jesus Cristo. Cremos que Jesus é o único que pode nos reconciliar com Deus e nos conduzir no caminho da paz, da fé e da alegria. Também na necessidade de nos reunirmos em comunhão e oração. Você e sua família são muito bem-vindos!
quarta-feira, 31 de janeiro de 2024
terça-feira, 30 de janeiro de 2024
Cristo é tudo que nós temos!
Essa é a mensagem central dessa passagem.
A mensagem de Jesus narrada aqui por João, é uma dura palavra, difícil de ser digerida, principalmente pelas pessoas que ali se encontravam nesse contexto. Quando Jesus fala sobre “comer minha carne e beber o meu sangue” isso não era algo comum de se escutar e para aqueles que não creram no Salvador e não podiam entender sobre o que Ele estava falando, isso era uma loucura.
Percebemos o tratamento que O Cristo dá a essas pessoas, advertindo-as soberanamente de que elas não pertencem ao seu aprisco, podemos ver a partir do versículo 43, Jesus responde a murmuração dos judeus, explicitando seu ministério e divindade e dizendo abertamente que a salvação não é para todos, mas somente para aqueles que O Pai trouxer a Cristo.
“Respondeu-lhes Jesus: Não murmureis entre vós. Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no ultimo dia”
E ainda:
“Portanto, todo aquele que da parte do Pai tem ouvido e aprendido, esse vem a mim”
Ainda nos versículos 46 a 51 Jesus se declara filho de Deus explicitamente, causando escândalo entre os não eleitos. Muitos dos discípulos (que não foram chamados por Jesus) que o estavam seguindo e também muitos da multidão o deixaram após ouvirem o discurso do Mestre.
Mas quando se trata de verdadeiros discípulos, aqueles que realmente foram chamados por Deus, a história é diferente. Como podemos ver a partir do versículo 66. O verdadeiro discípulo é questionado pelo próprio Deus quando Jesus pergunta aos doze: “Porventura, quereis também vós outros retirar-vos?” A resposta de Simão Pedro é maravilhosa e traz consigo a mensagem central do texto. “Senhor para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna; e nós temos crido e conhecido que tu és o Santo de Deus.”
Eu gostaria aqui de levantar alguns questionamentos para o desenvolvimento do sermão:
Quem é Cristo para você?
Cristo é tudo para você?
Se a resposta é sim. Você tem vivido de acordo com essa realidade?
O Fato de Cristo ser TUDO para nós traz sérias implicações para nossa vida. A transformação que Ele causa no Eleito é verdadeira e palpável. “Cristo é tudo para mim” não deve ser apenas uma frase de efeito, ou um dizer escrito em um quadro na cozinha da nossa casa, ou mesmo um adesivo em nosso veículo. O fato de que Cristo é Aquele que nos dá a salvação, deve ser uma realidade impregnada no mais profundo do nosso coração.
Autor: Israel Almeida
segunda-feira, 22 de janeiro de 2024
"A graça deixa de ser graça quando Deus é forçado a concedê-la na presença do mercecimento humano... A graça deixa de ser graça se Deus for compelido a retirá-la na presença do desmerecimento humano... A graça é tratar a pessoa sem a mínima referência ao merecimento, mas unicamente de acordo com a infinita bondade e o soberano propósito de Deus."
C. Samuel Storms (pg 32; Graça que transforma)
domingo, 21 de janeiro de 2024
O capítulo sete tem nos ensinado muitas lições importantes; 1 - Todos os homens estão sob a lei, desde o nascimento até a morte (Rm 7.1). 2 - A vigência da lei é real até esse homem ser resgatado salvificamente por Cristo (Rm 7.4). 3 - Após ser resgatado, o agora crente é comissionado para viver uma vida frutífera para Deus, e concomitantemente o abandono dos pecados (Rm 7.5). Mesmo ao afirmar que a lei não tem mais poder condenatório sobre a vida do crente, o apóstolo Paulo, de maneira nenhuma oblitera a importância da lei. Em todo tempo que estamos meditando nos ensinamentos de Paulo, ele deixa bem claro que não devemos mais temer condenação alguma ou imposição da lei, mas, segundo Paulo, a lei é importantíssima. Sem a lei, o homem, de forma alguma teria clareza a respeito do pecado (Rm 7.7). A lei pesadamente informou e condenou. Destarte, a lei faz o fiel clamar por misericórdia. Como? Simples! Os preceitos bons e santos de Deus deixam claramente a impossibilidade do homem conseguir salvar-se por si mesmo. Por mais piedoso e sincero diante de Deus, que o homem seja, a lei sempre mostrará os seus pecados e como ele não passa de um miserável pecador. Dessa forma, aqueles que conhecem a lei e sua inflexibilidade, clamam a Deus pela graça, pois, só pela graça de Deus, mediante o sacrifício vicário de Jesus é possível alcançar salvação. E a partir do verso oito, o apóstolo continua sua ministração tão contundente quanto. Do verso oito a onze, Paulo mostra que o homem vivia sem a clareza da informação do pecado, a tradição oral e a cultura eram as informações mais ávidas que o povo de Deus possui. Mas, quando se depararam com a lei, a clareza de suas vituperações demonstradas, imediatamente demonstrou o estado de pecado - pecado que gera condenação e morte. Os versos doze e treze fecham a primeira parte. No verso doze, Paulo é categórico sobre a lei: “Por conseguinte, a lei é santa; o mandamento, santo, e justo, e bom”. Não poderia ser diferente. A criação de Deus revela aquilo que Ele é. Deus é Santo. As suas leis também são santas. Deus é Justo. A lei é justa naquilo que exige dos homens. A lei também é justa em condenar os homens. Deus é Bom! Consequentemente, a lei é boa. A lei revela os atributos de Deus. No verso treze, Paulo deixa claro, algo importantíssimo; não é a lei geradora de pecado. A lei só aponta condenatoriamente aquilo que está no coração e o que é prática de vida dos homens. Não é sensato pichar a lei (Rm 7.7). O cenário aqui é: Um homem pecador se encontrou com a vontade boa, santa e justa de Deus que está escrita. Este homem é perverso e totalmente caído. A lei só o informa disso. Dos versos quatorze a vinte e cinco, nos deparamos com uma das condições mais difíceis do ser humano. Vou começar pelo verso vinte e quatro: “Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” Aqui é o grito desesperado de alguém que tem consciência da vontade de Deus, mas, ao olhar para si mesmo, só consegue ver alguém que está totalmente fora do agradar a Deus. Como isso acontece: 1 - v.14 - “Porque bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal, vendido a escravidão do pecado”. Esse homem reconhece a qualidade da lei. Da mesma forma, esse homem diz algo estarrecedor sobre si mesmo: Eu sou carnal. Ou seja, a sua realidade de vida e suas condutas, mostram como o pecador é condenado pela santa lei de Deus. Agora, dos versos quinze a vinte e três, vemos um homem que luta contra as leis; a lei espiritual e a lei do pecado que habita nele. Aquilo que ele queria fazer; o certo, ele não consegue. Mas aquilo que ele não poderia fazer, isso ele faz. No verso vinte e cinco, Paulo grasna um poético e aliviado louvor: “Graças a Deus, por Jesus Cristo…”. Por mais que sua carne esteja presa, acorrentado na lei do pecado, a sua mente está em Cristo. Cristo libertador!
domingo, 14 de janeiro de 2024
É muito claro aqui no capítulo sete, que todo homem está sob o peso de duas grandes realidades em sua vida, a saber: o pecado e a lei. Não importa quem; ímpio ou crente, tanto um quanto outro são alvos dessas condições. Antes de se encontrar com Cristo, o homem é escravo do pecado e diariamente julgado e condenado pela clareza da lei. Após a justificação, aquele que vivia escravizado, agora está livre e possibilitado para viver frutiferamente para Deus. Um detalhe importante nos é ensinado pelas Escrituras Sagradas - o pecado não foi aniquilado! Ou seja, não estamos totalmente livres do mal. Paulo fala claramente, que quem morreu na cruz com Cristo foi o nosso velho homem (Rm 6.6). E quem nasceu com Cristo foi a nova criatura. O pecado/velho homem está aqui dentro. Adormecido. Acorrentado. Impossibilitado, mas não aniquilado. O processo de santificação na vida do crente será constantemente uma luta para obedecer ao Espírito Santo e fazer o mal que habita nele permanecer cada dia mais adormecido. Pasmem-se juntamente comigo; qual é o assunto que tem a menor proporção nos nossos diálogos? Qual é o sermão menos exposto nos dias atuais? O que menos buscamos na rotina da vida? Santidade! (Hb 12.14) - “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. (I Pe 1.15,16) - “pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmo em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo”. O autor do livro aos hebreus e Pedro, são uns, entre tantos que convocam suas comunidades leitoras para uma vida em santidade. Destarte, a Bíblia é um chamamento para homens que estavam perdidos em suas vidas infrutíferas, e que agora, em Cristo, são chamados, capacitados e conduzidos para serem santos. Ser santo é ser separado. Ter uma vida totalmente diferente do mundo que se habita. Essa condição só é possível para aqueles que, em Cristo, morreram para o pecado. Eu disse no domingo passado, e repito agora, do convertido deve-se esperar muito. Do crente, não se pode aceitar menos que a perfeição. Claro que é uma rotina procurar por ela. Por quê? Porque ele agora é habitação do Espírito Santo e chamado, preparado e conduzido para produzir boas obras (Rm 6.4). Quem vive na prática do pecado é o condutor da morte - infrutífero para Deus (Rm 6.5). Paulo, agora finaliza o capítulo sete instruindo assim: 1 - A lei é boa, santa e justa (Rm 7.12). Sendo assim, não se pode qualificá-la com outras adjetivações. 2 - A lei da clareza e entendimento sobre o pecado; pois como diz Paulo: “eu não conheceria o pecado, senão por intermédio da lei…” 3 - Contudo, a função da lei é mostrar o estado de morte e incapacidade do homem em agradar a Deus. O homem é pecador e não consegue se desvencilhar, por si mesmo desse mal. 4 - “Desventurado…”, que dura assertiva essa. Paulo narra a natureza do homem, que luta, mas por suas próprias forças nunca conseguirá vencer o mal que habita nele. 5 - Diante disso tudo, só resta agradecer a Deus, pois, Ele mesmo livrou o crente dessa condição de escravidão e condenação eterna. Tudo isso em Cristo.
sexta-feira, 12 de janeiro de 2024
DISTANTES DE DEUS
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