Tida
como a catedral das epístolas, o
tratado de Paulo aos irmãos que estavam perseverando numa humilde igreja em
Roma é o maior compêndio doutrinário do Novo Testamento. O livro de Romanos é
uma fonte doutrinária maravilhosa. Do nascente ao poente, os irmãos que
receberam essa epístola, foram confrontados, consolados, animados e instruídos
no mais precioso conteúdo que poderiam conhecer. Os assuntos abordados por
Paulo não estavam carregados de expressões difíceis, e nem de sentenças
eclipsadas. Paulo não estava tratando de assuntos escusos ou vergonhosos. Pelo
contrário, o apóstolo de Cristo (Rm 1.1) estava expondo a mais poderosa de
todas as verdades; a Palavra de Deus – evangelho
(Rm 1.16,17). Informações importantes cercam essa epístola: (1) Paulo, o
incansável escravo de Cristo. Indigno apóstolo que, sem dúvida alguma, foi o
que mais trabalhou na evangelização do mundo que estava ao seu redor (2) Roma,
a capital do mundo ímpio. O centro do pujante do império romano. Festa, arenas,
urgia de todas as espécies, homossexualidade e todo tipo de perversões. Também
era o local de grande fluxo financeiro e trânsito de pessoas. (3) Doutrinário
evangelho paulino (4) Uma igreja necessitada de Cristo (5) Uma igreja composta
por muitos religiosos atribulados (6) Um local de amigos. Por hoje, dia
19/03/2023, ser a primeira meditação no livro, nosso propósito é olhar a
epístola de forma macro – ponta a ponta. Introduzir, e clamar a Deus para que
possa ministrar todas as verdades desse conteúdo divino aos nossos corações. O
que será ministrado hoje é: (1) Paulo, sem dúvida é o autor de livro (2) A data
da e o local onde Paulo escreveu esse tratado são: 56-58 D.C. Provavelmente
Paulo estava na Grécia. Alguns arriscam dizer; Corinto. (3) Paulo, tinha em
mente algumas demandas específicas: Informar aos irmãos sobre os propósitos de
Deus Rm 1.10-12 / Intimá-los a oração Rm 15.30 / Principalmente informar sobre
a importância da fé Rm 1.16,17. O livro de Romanos pode ser dividido assim: (1)
Rm 1.1–15: Prólogo (2) Rm 1.16 – 3.31: Justificação pela fé (3) Rm 4: A
exemplificação da fé na vida de Abraão (4) Rm 5-8: O resultado na vida do
alcançado pela graça: Paz, certeza, liberdade e a certeza de estarem fora da
condenação (5) Rm 9 – 11: Toda certeza
do crente deve se basear na soberania de Deus. Pois foi o Senhor, que pelo
poder das suas escolhas beneficiou seu povo desde tempos idos (6) Rm 12 – 16: A
prática na vida dos salvos. Como foram alcançados, justificados. Tudo aconteceu
sob a fé; dom de Deus.

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