domingo, 5 de fevereiro de 2023


 

Existem muitas certezas a respeito de um crente que é dedicado a oração. Acredito que a maior de todas é: ele – o crente, cada dia mais se torna uma pessoa simples. Por que digo isso? Por causa do poder da oração. A oração possui uma capacidade de prostrar o homem sem inutiliza-lo. Oração é dependência. Oração é intimidade. Oração é um diálogo eterno. O Senhor Jesus continua instruindo seus discípulos, e a tônica agora é oração (Mt 7.7-12). Não qualquer, mas sim uma oração intensa. Uma oração que ocupa espaços (v.7). Uma oração de certezas (v.7,8). E nesse texto, a oração ensinada por Jesus está sob a pauta da racionalidade (v.9,10). A racionalidade que eclode da obrigação, ensina verdades que pacificam o coração (v.11). O crente que conversa com Deus, que aprendeu a prostrar-se, a ser dependente, ser intimo e intenso, agora é convocado para uma continuidade santa; qual? Aplicar tudo na vida do próximo. De que maneira? Da melhor, mais intensa, mais pessoal, mais explosiva, mais forte... Aquela que eu queria que fizessem comigo. Ou seja, a melhor forma de aspergir algo em alguém, é a forma que queríamos que jorrassem em nós.


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