Lembro-me do que fui:
passos incertos, coração vazio,
olhos que buscavam e não viam.
Vejo quem sou agora:
filho amado, perdoado, lavado,
guardado no colo do Eterno.
E sonho com o que serei:
pleno, eterno, imerso em luz,
habitando onde não há mais pranto.
As promessas de Deus são âncoras firmes,
presas no chão da eternidade,
mantendo-me de pé em mares revoltos.
Hoje, ergo a voz em gratidão,
não só pelo pão que vejo na mesa,
mas pela vida que arde dentro de mim,
e pelo amanhã que já tem endereço no céu.
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