Chegamos ao fim das doutrinas do livro de Romanos, mas não da carta! A última questão doutrinária e instrutiva de Paulo, foi meditada nesse último domingo (Rm 14.1-15.13). Agora, nos dedicaremos a estudar, aquilo que, talvez, tenha sido motivo dos escritos de Paulo para essa igreja: missão - ir à Espanha. É certo dizer que foram domingos maravilhosos. Aprendemos preciosidades da parte de Deus e certamente ficaremos com saudades dessas meditações. A conclusão da carta aos Romanos faz parte do grande amor de Paulo: Ser usado por Deus para pregar o evangelho aos gentios. Como de costume, vamos dividir essa parte do capítulo quinze para podermos ter melhor aproveitamento nas nossas meditações. 1) Rm 15.14 - Paulo começa novo assunto apontando para a capacidade dos irmãos de resolverem seus problemas e se edificarem, corroborando assim o que lhes foi ensinado: 2) Rm 15.15,16 - Introdução do “principal” motivo da carta aos Romanos. 3) Rm 15.17-21 - Paulo explica sua metodologia missionária. O que pensa, como prega, por onde vai ou não. 4) Rm 15.22-24 - Os motivos que impediram a ida de Paulo até Roma, e sua pretensão de chegar lá. 5) Rm 15.25-27 - Existe uma importante missão para Paulo cumprir, antes de chegar a Roma. 6) Rm 15.28,29 - Espanha. 7) Rm 15.30-33 - Paulo, um irmão necessitado de orações. A vida, as instruções e os desejos de Paulo por missões é semelhante a um homem no deserto cuja botija de água acabou. Ele está andando, andando e não consegue chegar ao destino. Por causa da sede, o fim do trajeto já não é sua maior missão; agora ele luta por água. Essa água para o transeunte perdido no deserto é semelhante à missão na vida de Paulo; A NECESSIDADE DE PREGAR O EVANGELHO! É certo que a maioria dos leitores desse texto não possuem vocação evangelística. Provavelmente, todo leitor é um crente. Não é necessário ter sede unicamente por missões. O leitor deve ser sedento por Cristo, por santidade, por estudo da Palavra de Deus. Existe ainda o maior modelo de sede por algo da parte de Deus: Jesus, o Filho Santo. Ele foi sedento e dedicado em cumprir toda a vontade do Pai. Assim como Jesus, assim como Paulo, eu e você devemos ter uma missão celestial em nossas vidas. Três perguntas devem nortear melhor nossa meditação sobre esse pequeno texto: 1) De que forma concreta você tem usado a sua maturidade e capacidade cristã, não apenas para resolver seus problemas, mas para ativamente edificar e servir um irmão na igreja nesta semana? 2) Qual é a sua "Espanha"? Onde está a pessoa ou o ambiente (familiar, profissional ou social) que Deus colocou sob sua responsabilidade, e que ainda precisa desesperadamente ouvir o Evangelho através da sua vida? 3) Paulo era um necessitado de oração, quanto mais nós? E quantos missionários, pastores e irmãos necessitam de nossas orações?

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