segunda-feira, 17 de novembro de 2025

6º SERMÃO Romanos 14.1-15.13

A exposição da Palavra de Deus hoje, será da seguinte maneira: 1) Iremos concluir o último verso do terceiro bloco, a saber (v.23), bloco: Rm 14.19-23, com o tema: A Liberdade Cristã e suas Responsabilidades. 2) Leitura e divisão do quarto bloco: Rm 15.1-13. Por ser um texto grande, não em números de versículos, mas nas proposições teológicas profundas, da parte de Paulo. Teremos que meditar nesse último bloco, no mínimo em dois momentos. 3) 1º momento da exposição, (v.1-6). 4) O 2º momento da exposição, (v.7-13) será escrutinado no domingo, dia 29 de novembro, se assim nosso Bom Deus permitir. Esse último bloco, (Rm 15.1-13), para melhor entendimento, acredito ser prudente assim denominá-lo: Independente do tamanho do problema, Jesus sempre será a solução! Paulo começa o texto qualificando-se(v.1): “sou/somos fortes”. De maneira nenhuma podemos passar despercebidos dessa afirmação. Longe de ser soberba ou exibição. Menos ainda, diminuição do outro grupo. Aqui, Paulo apenas começa a mostrar a sua identificação como forte. E o motivo dessa identidade, não é ela em si, mas o que deve pesar como responsabilidade sobre os fortes. E daqui por diante, Paulo chega em Cristo como argumento conclusivo de suas responsabilidades. Observem a inteligência do autor: “Não eu. Muito menos a vocês. Tudo por Cristo, e semelhante à Cristo(paráfrase minha). Após trazer dois posicionamentos no primeiro verso, a saber: 1) Suportar as debilidades dos mais fracos; 2) Não agradarmos a nós mesmos. Paulo aponta para um caminho de solução no verso dois: “agradar ao próximo naquilo que é bom(paráfrase minha). Alguns tradutores preferem esse entendimento: “agradar naquilo que edifica”. O que Paulo propõe aqui para os fortes na fé, é que eles preocupem-se menos com eles mesmos, e se dediquem a edificação do próximo. Essa instrução de Paulo é um método de vida. Para isso, Paulo sabe da necessidade de um modelo perfeito que deve ser imitado. (V.3): “Porque também Cristo não se agradou de si mesmo…” Dizendo isso, Paulo ensina que o homem pode fazer planos, arquitetar caminhos e até trilhá-los; mas o acerto nisso tudo é copiar o Senhor (Pv 16.1; 16.9; Mt 11.29; Jo 6.38; 17.4…) Depois dessas instruções, Paulo irá dos v.4 ao v.6 mostrar que na Escritura encontramos o Deus da paciência. O seu atributo se torna instrução e metodologia de vida. Tudo isso em Cristo Jesus. E assim vivendo, os crentes uníssonos glorificarão a Deus.

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