No domingo passado ficamos destinos em alguns ensinos específicos de Paulo: 1) A obrigatoriedade da obediência 2) O reconhecimento / elogio por parte das autoridades 3) A boa conduta de vida obrigatória para o crente. Em meio às nuances do ensino, extraímos aplicações importantíssimas, e que, impreterivelmente devem ser aplicadas por cada irmão da nossa comunidade de fé.
Neste domingo, continuamos aprendendo e nos desafiando com os ensinos de Paulo. Agora, a autoridade, que até então estava em um aparente bom relacionamento com o bom cidadão, é apresentada com uma forma nada agradável, e certamente até temível. Os magistrados agora, segundo Paulo, levantam-se para fazer o mal.
O exercício dessa autoridade é uma resposta para os que estão na prática do mal. Assim fica entendido, que o mal social, deve ser respondido e contido com a força nada agradável ao homem. Paulo aqui, verso quatro, apresenta atributos e características dessa autoridade: “são ministros de Deus”; “portam espadas”; “é vingador de Deus”. Com essas especificações, fica muito nítido que o poder das autoridades para conter o mal é bastante expressivo.
Algo fica notória aqui para os leitores atentos nesse trecho: Existe uma diferença enorme no tratamento para o bom e o mal. (v.2) Os maus resistem à autoridade e sofrem condenação. (v.3) Temor / medo deve ser um sentimento - uma carga pesada a ser carregada pelos desobedientes e maus. (v.4) O mau provavelmente conhecerá na prática o vingador que empunha a espada.
Do outro lado, o bem mantém, na maioria das vezes um bom relacionamento com as autoridades (v.2) Ele não resiste à Deus, por isso não está sob condenação. (v.3) Medo não é um fardo, e ser reconhecido é uma consequência. (v.4) O vingador de Deus empunhando uma espada é conhecido só de vista.
Não é sem motivo, que no verso cinco, Paulo ensina que o relacionamento do crente com as autoridades é por temor e consciência. O bom crente é uma pessoa consciente. Sendo assim, não é difícil cumprir os versos seis e sete: honrar e sustentar os ministros de Deus.

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