segunda-feira, 25 de agosto de 2025

ROMANOS 13.8-14

Graças ao nosso Bom Deus, concluímos a primeira parte do capítulo treze - o relacionamento do crente com as autoridades. Nitidamente muitas coisas estão renovando-se na vida de muitos irmãos. Com alguns que pude conversar, a maturidade de encarar uma nova postura no relacionamento com autoridades perversas, não está mais na pauta de algo longe, e sim no exercício cotidiano. O melhor de tudo é perceber que isso tudo está acontecendo por causa do conhecimento da Palavra de Deus, somente! Hoje, na direção do Santo Espírito, vamos fechar o capítulo treze aprendo seis lições: 1) O amor é uma dívida patente na vida do crente (v.8). 2) Quem ama não pratica o mal (v.10). 3) O crente é chamado para estar atento, pois a hora da salvação está mais perto (v.11). 4) O crente é chamado para abandonar as trevas, e se vestir de luz (v.12). 5) A consequência dessa conduta do ponto quatro, desemboca aqui, uma vida pautada em práticas que glorificam a Deus e divorcia-se dos pecados (v.13). 6) Vestidos de Cristo e mortos para a carne. O que aprenderemos aqui com Paulo, é que o fechamento deste capítulo, entrelaça duas verdades doutrinárias muito importantes para a igreja de Cristo: a) O amor ao próximo. b) Escatologia. Sucintamente, Paulo ensina assim: o amor ao próximo é o cumprimento da lei. É como se disséssemos assim: Amar ao próximo é obedecer a Deus. E tratando-se do fim, podemos dizer assim: Quanto mais próximo chegamos daquele grande dia, mais nos santificamos. Que essas lições sejam pregadas pelo próprio Espírito Santo nos nossos corações. 










segunda-feira, 18 de agosto de 2025

ROMANOS 13.1-7(V.4)


No domingo passado ficamos destinos em alguns ensinos específicos de Paulo: 1) A obrigatoriedade da obediência 2) O reconhecimento / elogio por parte das autoridades 3) A boa conduta de vida obrigatória para o crente. Em meio às nuances do ensino, extraímos aplicações importantíssimas, e que, impreterivelmente devem ser aplicadas por cada irmão da nossa comunidade de fé.

    Neste domingo, continuamos aprendendo e nos desafiando com os ensinos de Paulo. Agora, a autoridade, que até então estava em um aparente bom relacionamento com o bom cidadão, é apresentada com uma forma nada agradável, e certamente até temível. Os magistrados agora, segundo Paulo, levantam-se para fazer o mal.

    O exercício dessa autoridade é uma resposta para os que estão na prática do mal. Assim fica entendido, que o mal social, deve ser respondido e contido com a força nada agradável ao homem. Paulo aqui, verso quatro, apresenta atributos e características dessa autoridade: “são ministros de Deus”; “portam espadas”; “é vingador de Deus”. Com essas especificações, fica muito nítido que o poder das autoridades para conter o mal é bastante expressivo.

    Algo fica notória aqui para os leitores atentos nesse trecho: Existe uma diferença enorme no tratamento para o bom e o mal. (v.2) Os maus resistem à autoridade e sofrem condenação. (v.3) Temor / medo deve ser um sentimento - uma carga pesada a ser carregada pelos desobedientes e maus. (v.4) O mau provavelmente conhecerá na prática o vingador que empunha a espada.

    Do outro lado, o bem mantém, na maioria das vezes um bom relacionamento com as autoridades (v.2) Ele não resiste à Deus, por isso não está sob condenação. (v.3) Medo não é um fardo, e ser reconhecido é uma consequência. (v.4) O vingador de Deus empunhando uma espada é conhecido só de vista.

    Não é sem motivo, que no verso cinco, Paulo ensina que o relacionamento do crente com as autoridades é por temor e consciência. O bom crente é uma pessoa consciente. Sendo assim, não é difícil cumprir os versos seis e sete: honrar e sustentar os ministros de Deus.  











domingo, 3 de agosto de 2025

ROMANOS 13.1-7

Como exposto no domingo anterior, os primeiros sete versículos do capítulo treze serão difíceis para nossa comunidade. Paulo vem instruindo a igreja que está em Roma sobre os relacionamentos: 1) O crente consigo mesmo 2) O crente e a igreja 3) O crente e o próximo 4) O crente e os perseguidores. Agora, o crente e o estado. Amor e uma vida piedosa são regras nas instruções de Paulo. Não existe espaço para um relacionamento taciturno, pois, no coração do crente reina o evangelho (Rm 1.16-11.36). Eis alguns pontos do ensino no relacionamento do crente com o estado: 1) A soberania de Deus - Ele rege através dos magistrados 2) Todo homem deve estar sujeito às autoridade 3) Toda autoridade foi instituída por Deus 4) Nenhuma autoridade que existe, se fez sozinha 5) Aquele que se opõe a autoridade é amaldiçoado 6) Não deve haver temor das autoridades 7) Às autoridades têm poder para tirar a vida daqueles que vivem erradamente - espada 8) Às autoridades devem ser sustentadas e respeitadas. “Aqui, literalmente emprega-se o ensino mais difícil de todos, pois, o crente é instruído a honrar, sustentar, temer e reconhecer em pessoas perversas - na maioria das vezes, a autoridade outorgada por Deus.” Está claro no ensino de Paulo, que a autoridade não é constituída por causa da pessoa. Mas a pessoa está em um lugar, situação e, ou posição que lhe confere esse status laureado por Deus. Um exemplo claro dessa condição pode ser vista na vida de José: 1) Um jovem sonhador invejado e odiado pelos irmãos (Gn 37.1-11) 2) José, um escravo (Gn 38.1) 3) José, um prisioneiro (Gn 38.20) 4) Agora, José é a segunda maior autoridade do Egito(Gn 41.37-46). Diante desse quadro, pode-se perguntar: Antes de Gênesis quarenta e um, José deveria ser respeitado como autoridade? Não, e não foi. Pelo contrário, foi profundamente injustiçado. Mas, em Gênesis quarenta e um, não é o mesmo José das narrativas anteriores? Sim! Mas agora, o mesmo José está sob a autoridade de Faraó, que o constituiu senhor do Egito. E faraó está sob a autoridade e soberania de Deus(Pv 8.15,16; Dn 2.21; 4.17; Jo 19.11; Rm 9.17). Paulo deseja que todos os seus leitores entendam que, qualquer autoridade que seja, ela está sob o soberano governo de Deus. Quem está regendo todas as coisas é o Senhor. A cultura judaico-cristã caminha em paz sobre este assunto. O magistrado civil não é a única autoridade que nós reconhecemos. Ampliamos também para os pais - o marido - os presbíteros - os professores, e etc…

DISTANTES DE DEUS

O homem vive num constante labirinto competitivo. A luta entre os pares é para chegar ao maior conhecimento reconhecido. Colocar o nome no f...