domingo, 6 de abril de 2025

Rm 12.3-8

 Após a exposição do domingo passado, ficamos cientes de alguns assuntos muito importantes ensinados pelo apóstolo Paulo: 1 - A forma de comunicar o novo conteúdo foi muito graciosa - paternal! 2 - Nós somos o sacrifício. Detalhe, sacrifício vivo para Deus 3 - Esse sacrifício está adornado por adjetivos: Santo e agradável 4 - Tudo isso é culto 5 - Uma vida cúltica nos retira da formatação desse mundo 6 - O crente possui uma mente renovada 7 - Dessa forma, o crente pode experimentar o que é bom, agradável e perfeito da parte de Deus. Pela graça do Senhor, hoje, vamos meditar no segundo trecho aqui do capítulo doze. Ficaremos detidos aqui do verso três até o verso oito. Nitidamente são poucos versos, mas de uma profundidade arrebatadora! Aqui, o crente de Roma já passou pelo crivo do primeiro momento com Deus (v.1, 2). Agora, Paulo continua mostrando os passos que esses irmãos ainda são obrigados a dar, pois como já instruídos; o crente é um sacrifício vivo, ele não deve parar, deve haver constância. Dois assuntos importantes são instruídos aqui por Paulo: 1 - A necessidade de ter um olhar coerente se si mesmo (v.3) 2 - Ser um instrumento pontual de Deus para a comunidade de fé (v.4-8). Até aqui fica muito nítido os resultados de ter Deus acima de tudo na vida. É em Deus, ou após ter tido um encontro com Ele, que o crente é capacitado a ser bênção para si mesmo. Como? Não se iludindo ou deixando se iludir, acreditando em ilusões fantasiosas a seu próprio respeito. Ainda, continuando com a capacidade de analisar e praticar, esse crente é capaz de ser um instrumento do Senhor para a igreja. Esses ensinos pontuais, desnudam muitas verdades da igreja: 1 - O motivo de muitos irmãos ao nosso redor não conseguirem ser modestos sobre eles mesmo 2 - Inúmeros obreiros desajustados e ineficientes. Tudo isso deixa muito claro quais são as prioridades da vida de muitos ditos irmãos contemporâneos. Definindo a parte final desse trecho, Paulo usa a imagem de um corpo, e chama a atenção do leitor para a função e utilidade dos membros, desta feita, tendo o olhar dos leitores cativos, ele usa a mesma ilustração para ensinar sobre a importância do corpo de Cristo. O primeiro destaque que deve ser realçado aqui é que estamos em Cristo (v.5): “Assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo…”. Da mesma forma que nos dois primeiros versos, Paulo deixa claro que o primeiro relacionamento do crente após o conhecimento salvífico deve ser com Deus, aqui no verso cinco, ele deixa claro, que antes de sermos um com outros irmãos, somos um com Cristo. Essa ênfase de sermos um com outros irmãos demonstro na frente (v.5) “Assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns uns dos outros.”. Aqui fica muito nítido, assim como no exemplo supracitado; primeiro em Cristo, depois nos irmãos. Com essa informação esclarecida, o crente pode, quando capacitado, ministrar os dons que recebeu da parte de Deus. Tudo isso, claro, com dedicação, esmero, liberdade e diligência, pois em tudo isso, Deus deve ser glorificando com a edificação da sua igreja.

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