segunda-feira, 14 de abril de 2025

Rm 12.3-8 (II)

Domingo passado, pela graça do Senhor, ficamos detidos no verso três do capítulo doze. Ali, o Senhor Deus, através do apóstolo Paulo instruiu a igreja que estava em Roma com assuntos muito importantes, a saber: 1 - Na mente de Paulo, a graça de Deus era responsável pela sua própria vida, ministério e por aquele conteúdo que ele estava ministrando. 2 - Imperativo: Sejam moderados / simples ao pensarem de vocês mesmos. 3 - Todo juízo que esses irmãos deveriam formar, obrigatoriamente deveria estar sob a medida da fé que Deus repartiu. Acredito que ficou nítido para todos nós, a ênfase na graça de Deus. Esse favor divino simplesmente nos salvou e modela toda nossa vida. Hoje continuamos a exposição no verso quatro. Aqui, e no verso cinco, Paulo usa uma ilustração para aplicar essa verdade na composição da igreja. A ilustração de Paulo é o corpo humano. Unidade com membros distintos. Nenhum membro evoca para si maioridade ou embandeira-se com qualidades ímpares. Pelo contrário, cada membro, indistintamente trabalha com o mesmo propósito. Um não deseja fazer o serviço do outro e nem deprecia-o. Todos os membros, cada um em sua função, dedica-se à unidade do corpo. Tendo estabelecido esse raciocínio, Paulo diz que essa verdade é a da igreja. Um corpo em Cristo, repletos de membros. E cada um desses membros foram criados e chamados pelo Senhor com o mesmo propósito: serviço de edificação. Podemos pincelar alguns objetivos de Paulo com essa instrução: 1 - Humildade. Ou seja, por mais que algum crente saiba que foi chamado e capacitado por Deus para seus santos serviços, ele é um entre tantos e tantos. Esse irmão, de forma alguma, pode ter em mente que ele é o único com tais dons. 2 - Unidade. Verdadeiramente são muitos os membros. Mas todos eles estão no corpo de Cristo; são um. Tendo isso em mente, o crente sempre procurará ser bênção de Deus para os seus irmãos. 3 - Cooperação. Essa certeza produz membros desejosos de serem uma bênção, e da mesma forma, desejosos por serem abençoados. Essas certezas no coração de cada irmão, indubitavelmente produz paz! Após este estabelecimento, do verso seis ao verso oito, Paulo traz alguns serviços e a exigência de Deus diante de cada um deles: Profecia, ministério, ensino, exortação, contribuição, presidência e misericórdia. 

domingo, 6 de abril de 2025

Rm 12.3-8

 Após a exposição do domingo passado, ficamos cientes de alguns assuntos muito importantes ensinados pelo apóstolo Paulo: 1 - A forma de comunicar o novo conteúdo foi muito graciosa - paternal! 2 - Nós somos o sacrifício. Detalhe, sacrifício vivo para Deus 3 - Esse sacrifício está adornado por adjetivos: Santo e agradável 4 - Tudo isso é culto 5 - Uma vida cúltica nos retira da formatação desse mundo 6 - O crente possui uma mente renovada 7 - Dessa forma, o crente pode experimentar o que é bom, agradável e perfeito da parte de Deus. Pela graça do Senhor, hoje, vamos meditar no segundo trecho aqui do capítulo doze. Ficaremos detidos aqui do verso três até o verso oito. Nitidamente são poucos versos, mas de uma profundidade arrebatadora! Aqui, o crente de Roma já passou pelo crivo do primeiro momento com Deus (v.1, 2). Agora, Paulo continua mostrando os passos que esses irmãos ainda são obrigados a dar, pois como já instruídos; o crente é um sacrifício vivo, ele não deve parar, deve haver constância. Dois assuntos importantes são instruídos aqui por Paulo: 1 - A necessidade de ter um olhar coerente se si mesmo (v.3) 2 - Ser um instrumento pontual de Deus para a comunidade de fé (v.4-8). Até aqui fica muito nítido os resultados de ter Deus acima de tudo na vida. É em Deus, ou após ter tido um encontro com Ele, que o crente é capacitado a ser bênção para si mesmo. Como? Não se iludindo ou deixando se iludir, acreditando em ilusões fantasiosas a seu próprio respeito. Ainda, continuando com a capacidade de analisar e praticar, esse crente é capaz de ser um instrumento do Senhor para a igreja. Esses ensinos pontuais, desnudam muitas verdades da igreja: 1 - O motivo de muitos irmãos ao nosso redor não conseguirem ser modestos sobre eles mesmo 2 - Inúmeros obreiros desajustados e ineficientes. Tudo isso deixa muito claro quais são as prioridades da vida de muitos ditos irmãos contemporâneos. Definindo a parte final desse trecho, Paulo usa a imagem de um corpo, e chama a atenção do leitor para a função e utilidade dos membros, desta feita, tendo o olhar dos leitores cativos, ele usa a mesma ilustração para ensinar sobre a importância do corpo de Cristo. O primeiro destaque que deve ser realçado aqui é que estamos em Cristo (v.5): “Assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo…”. Da mesma forma que nos dois primeiros versos, Paulo deixa claro que o primeiro relacionamento do crente após o conhecimento salvífico deve ser com Deus, aqui no verso cinco, ele deixa claro, que antes de sermos um com outros irmãos, somos um com Cristo. Essa ênfase de sermos um com outros irmãos demonstro na frente (v.5) “Assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns uns dos outros.”. Aqui fica muito nítido, assim como no exemplo supracitado; primeiro em Cristo, depois nos irmãos. Com essa informação esclarecida, o crente pode, quando capacitado, ministrar os dons que recebeu da parte de Deus. Tudo isso, claro, com dedicação, esmero, liberdade e diligência, pois em tudo isso, Deus deve ser glorificando com a edificação da sua igreja.

DISTANTES DE DEUS

O homem vive num constante labirinto competitivo. A luta entre os pares é para chegar ao maior conhecimento reconhecido. Colocar o nome no f...