segunda-feira, 27 de maio de 2024

  capítulo 1, Paulo destaca a supremacia de Cristo em todas as coisas. Ele descreve Jesus como o Filho amado de Deus, que é a imagem visível do Deus invisível. Isso significa que Cristo revela quem Deus é de maneira tangível e compreensível para nós. Paulo também ressalta que Cristo é o Cabeça da igreja, o corpo de crentes redimidos. Isso significa que Cristo tem autoridade e domínio sobre a igreja, e nós como crentes devemos nos submeter a Ele em todas as áreas de nossas vidas. Além disso, Paulo enfatiza que Cristo é o Senhor da criação. Ele é anterior a todas as coisas e sustenta tudo em existência. Isso mostra que Cristo é soberano sobre toda a criação e que todas as coisas foram criadas por Ele e para Ele. Portanto, todas as áreas da vida, incluindo a esfera espiritual e a terrena, estão sob o senhorio de Cristo. No capítulo 2, Paulo adverte os colossenses sobre falsas doutrinas e tradições humanas que ameaçam desviar a igreja do verdadeiro conhecimento de Cristo. Ele nos exorta a permanecermos firmes em Cristo, não se deixando enganar por ensinamentos vazios e filosofias humanas. Paulo enfatiza que em Cristo estão ocultos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento. Isso significa que Cristo é a fonte suprema de toda a verdade e sabedoria, e nós devemos buscar conhecê-Lo e confiar nEle como a única fonte confiável de revelação divina. Finalmente, no capítulo 3, Paulo exorta os colossenses a viverem de acordo com a nova vida em Cristo. Nos orientando a pensar nas coisas do alto, onde Cristo está. Ele nos incentiva a abandonarmos os velhos padrões de comportamento pecaminoso e a nos revestirmos das virtudes cristãs. Isso implica em uma transformação interna e externa, onde nós somos chamados a refletir o caráter de Cristo em nossas vidas diárias. Paulo destaca a importância da compaixão, bondade, humildade, paciência e amor, como características que devem ser cultivadas pelos crentes. Além disso, Paulo ressalta a importância da união dos crentes em Cristo. Ele exorta os colossenses a se suportarem mutuamente e a perdoarem uns aos outros, assim como Cristo os perdoou. Isso destaca a importância da comunidade cristã e da prática do amor fraternal entre os crentes. Em resumo, destaca-se a supremacia de Cristo, a suficiência de Cristo em todas as áreas da vida, a importância de permanecer firme em Cristo diante das falsas doutrinas, a necessidade de viver uma vida transformada em Cristo, expressando as virtudes cristãs, e a importância da união e amor entre os crentes.

quinta-feira, 23 de maio de 2024

 Durante a Revolução Francesa, uma onda de ateísmo varreu a França. Um emissário da Revolução chegou a uma pequena vila e abordou um cristão assim: “Eu vim aqui para queimar o seu templo, rasgar a sua Bíblia e varrer da sua mente essa tola ideia de Deus”. O camponês cristão respondeu-lhe: “O senhor pode queimar o meu templo, rasgar a minha Bíblia, mas, antes de o senhor apagar de minha mente a ideia de Deus, terá primeiro que apagar as estrelas do firmamento, porque, enquanto elas brilharem eu saberei que Deus é o Criador”. 

GÊNESIS; O livro das origens; Hernades Dias Lopes; Pg. 31,32


segunda-feira, 20 de maio de 2024

 Estamos diante de uma narrativa histórica de Israel. Por causa da quebra da aliança por parte do rei Salomão, a nação está muito próxima de experimentar dias muito difíceis, e digo mais, situações que até agora não mais eram costumeiras para o povo de Deus. Salomão aparece como substituto imediato de seu pai Davi, e reinou sobre Israel durante quarenta anos (I Rs 11.41-43). Davi foi um rei que preservou a aliança com Deus, mas, seus filhos não (II Sm 7.1-17; I Rs 2.1-4; 11.4; 11.9-13). Em nenhum momento da vida de Davi, ele se prostrou diante dos deuses que cercavam Israel, e Deus, em todos os feitos, e, empreitadas do rei, o Senhor o abençoava e o fazia vitorioso. O texto que estamos meditando hoje, mostra-nos um rei que foi galardoado pela paz, riquezas e um reinado próspero. Chegando ao fim do reinado, o autor aponta para os erros e as consequências danosas para todo o Israel. Desobedecendo ao Senhor Deus, Salomão entra em relacionamentos com mulheres estrangeiras. E ainda, Salomão vai atrás dos deuses das inúmeras mulheres que ele havia se casado. Mais ainda, o rei faz de Israel um grande e belo altar para os deuses de suas paixões (I Rs 11.1-8). Dessa forma, Deus entrega Israel, e através da predição de Aías, fala claramente que partirá Israel ao meio, ou seja, aquela nação nunca mais será a mesma. Grande parte da futura Israel será dada a um inimigo do rei Salomão, e as duas tribos; Benjamim e Judá ficarão na mão do tolo filho de Salomão (Roboão). Algo importante deve ser observado aqui; Deus não tirou o reino imediatamente, e ainda reservou uma pequena parte de Israel para a família real, por causa de Davi (I Rs 11.34,36). Salomão morre, e imediatamente seu sucessor assume o reinado (I Rs 12.1). Jeroboão sabendo da morte do rei Salomão, conhecendo as “insatisfações do povo” e conhecendo o filho tolo que havia assumido o reinado, vai ao encontro do rei, e despretensiosamente lhe coloca uma questão: -”Oh, rei Roboão, seu pai nos foi pesado com a cobrança dos impostos, como você fará?” O rei só precisaria ter uma boa e amável resposta, e como disseram os conselheiros do seu pai, “ele ganharia todo o povo” (I Rs 12.1-7). Mas, Roboão, não satisfeito, foi ao encontro de seus coetâneos. Os mesmos o aconselharam desastrosamente, e o horror do conselho se tornou resposta para o povo (I Rs 12.8-14). Isso foi suficiente para ruir o reino e dividir o povo. Aqui, duas verdades são expostas pelo autor do texto: 1 - SOBERANIA DE DEUS. 2 - RESPONSABILIDADE HUMANA.  Deus havia decretado que esses fatos aconteceriam com Roboão, e depois de todo o disparate feito por Roboão, o autor do texto deixa claro que isso vinha do Senhor (I Rs 11.34,35; I Rs 12.15). Roboão, com sua tola infantilidade, responsável pelos seus atos, despreza os conselhos dos conselheiros de seu pai, prefere ouvir os desastrosos conselhos de jovens irresponsáveis, e com toda boçalidade fala duramente ao povo (I Rs 12. 8-14). Por qual motivo esse texto foi escolhido para quebrar a sequência expositiva em Romanos? Por causa de uma perigosa onda que chega  mais uma vez, com muita força nas igrejas evangélicas: O destaque juvenil no ensino, e nas instruções diversas da igreja. Não são poucas as igrejas que, literalmente, crianças estão “expondo” a palavra de Deus no culto de domingo. Ainda, na liberdade do uso das redes sociais, jovens estão doutrinando irmãos de todas as idades e denominações. Crianças e jovens estão sendo alçadas aos cargos de lideranças nas igrejas. Destarte, é impossível não perceber, como em tempos idos, o empobrecimento dos valores e a infantilização de toda uma comunidade cristã. O intuito desta instrução não é obliterar os jovens, mas, de forma macro, produzir um entendimento que tudo tem seu tempo e sua hora. A força dos jovens é admirável (I Jo 2.14; Pv 20.29), mas a tônica do conhecimento, responsabilidade e chamamento para o ensino está na pessoa do mais velho, do presbítero e ancião. Que inclusive, deve, habilidosamente instruir os jovens e discipulá-los; preparando-os para os dias vindouro, onde, provavelmente, serão instrumentos de ensino e exemplo de vida para todos ao seu redor. Em Roboão vimos a juventude buscando na juventude, respostas para a vida de um país. Em Roboão vemos a juventude rejeitando a sabedoria dos mais velhos. Em Roboão, vimos a realidade daquele que precisava de mais amadurecimento.

segunda-feira, 13 de maio de 2024

 Indiscutível… Uma das características mais imponentes em Deus é a sua soberania. Deus é, se move e faz o que quiser. Nele, encontramos verdadeiramente poder! É certo que ao olharmos para a realidade humana, ontem e hoje, encontramos alguns homens que estão revestidos de poder e autoridade. Um bom exemplo disso é a presidência dos Estados Unidos. O homem que ocupa esse cargo é considerado a pessoa mais poderosa do mundo. Em paralelo, também vemos uma força excepcional nos homens mais ricos do mundo. Pessoas que, com apenas um comentário ou ação, mudam drasticamente os resultados econômicos do mundo todo. Nisso também vemos poder. Certa feita, segundo informado nos noticiários, um oficial das forças armadas do Brasil, chegando atrasado ao aeroporto, perdeu seu voo. O avião havia decolado há poucos minutos. Mas, mostrando seu poder e sua autoridade, exigiu que o avião voltasse para o buscar, e, por incrível que pareça, o avião voltou; assim termina a história. Quer sejam autoridades eletivas, homens ricos ou ainda, aqueles que estão sob a égide das patentes, todos estão envoltos de poder. Um detalhe importante aqui, por maior que seja a autoridade e o poder que o homem possua, este é limitado, temporário, e, de certa forma, resistível. Agora, ao olharmos para Deus, encontramos não só seu poder, mas também sua pessoa, que são eternos e irresistíveis. Isaías, ao falar do Salvador de Israel, diz assim: “Eu sou Deus; também de hoje em diante, eu o sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; operando eu, quem impedirá?” (Is 43.13). Concomitantemente, Paulo encerra o capítulo oito de Romanos produzindo certezas inabaláveis no coração de sua comunidade leitora, ao claramente ensinar sobre a condição que Deus impôs na vida dos eleitos. Tal é a condição, que nada poderá tirá-los de lá. Dessa forma, fica muito claro que, além dessas verdades serem vivas na mente de Paulo, um dos propósitos do seu ensino é que todos os seus leitores venham se apoderar dessas certezas. Ser um crente em Jesus, é sem dúvida alguma, ser uma pessoa certa dos cuidados de Deus sobre sua vida. Paulo ensinou no capítulo oito, dos versos vinte e seis a trinta, que Deus age, desde a forma correta de orar, o modo de viver, os eventos que cercam a vida do crente, o amor, e a modelagem segundo a imagem de Cristo. Não parando por aqui, Paulo ainda ensinou que os eleitos foram conhecidos/escolhidos, predestinados, chamados, justificados e glorificados… Ufa!!! Ler tudo de uma vez, fica até sem ar. Após tudo isso, Paulo demonstra através de questionamentos, as certezas que devem predominar no coração daqueles que foram chamados: 1 - Sendo Deus por nós, quem será contra nós? 2 - Em Cristo, nós receberemos graças maravilhosas do Pai. 3 - Quem acusará os eleitos. Deus os justifica. 4 - O eleito não será condenado por ninguém. Cristo está ao lado do Pai intercedendo pelo seu povo 5 - Somos inseparáveis 6 - Somos mais que vencedores, e nada poderá nos afastar do amor de Deus. Por causa disso tudo que foi ensinado por Paulo, nós, igreja de Cristo dos dias de hoje, mais do que nunca, devemos nos orientar por essas santas e profundas palavras, e vivermos uma vida pia. Dia após dia, esperando que o nosso Salvador venha estabelecer o seu reino. E mais, nunca permitir o temor e a incredulidade. Essas verdades devem ser regadas diariamente com oração, meditação da Palavra e uma vida devota.

DISTANTES DE DEUS

O homem vive num constante labirinto competitivo. A luta entre os pares é para chegar ao maior conhecimento reconhecido. Colocar o nome no f...