Paulo continua sua instrução, e agora, aquele que foi justificado está em uma onda de verdades calorosas e maravilhosas demais. Não parando por aqui: v.1-4, Paulo agora fala de um amor que é derramado no coração daquele que foi feito filho. Essa verdade é diferenciada de tudo o que sabemos. O amor salvífico está atrelado a uma manifestação de cuidado, amor e paz, que faltam palavras humanas para podermos explicar. Paulo, com toda simplicidade e verdade, mostra-nos como esses eventos acontecem na vida daquele que é chamado para a vida eterna. Nos versos três e quatro, Paulo diz que há glória na vida do justificado ao interagir de forma correta com as tribulações. Essas tribulações conduzem no fim à esperança. Agora, no verso cinco, Paulo diz que essa esperança não redundará em confusão. Por quê? Porque o Espírito Santo, o qual nos foi outorgado, derrama em nossos corações o amor de Deus. É esse amor que não permitirá que o justificado fique confuso. Este amor é uma espécie de combustível, que conduz os filhos por caminhos imparáveis. Que amor é este? O próprio Paulo mostra-nos esse amor dos versos seis a nove: A morte de Cristo! O amor instruído aqui por Paulo é ministrado pelo Espírito Santo nos nossos corações de forma racional, destarte, os chamados e feitos filhos de Deus aprendem com o próprio Espírito Santo, ininterruptamente que Cristo morreu por nós, e que isso aconteceu quando ainda éramos fracos, ímpios, pecadores.

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