domingo, 19 de novembro de 2023

 


Paulo continua sua instrução, e agora, aquele que foi justificado está em uma onda de verdades calorosas e maravilhosas demais. Não parando por aqui: v.1-4, Paulo agora fala de um amor que é derramado no coração daquele que foi feito filho. Essa verdade é diferenciada de tudo o que sabemos. O amor salvífico está atrelado a uma manifestação de cuidado, amor e paz, que faltam palavras humanas para podermos explicar. Paulo, com toda simplicidade e verdade, mostra-nos como esses eventos acontecem na vida daquele que é chamado para a vida eterna. Nos versos três e quatro, Paulo diz que há glória na vida do justificado ao interagir de forma correta com as tribulações. Essas tribulações conduzem no fim à esperança. Agora, no verso cinco, Paulo diz que essa esperança não redundará em confusão. Por quê? Porque o Espírito Santo, o qual nos foi outorgado, derrama em nossos corações o amor de Deus. É esse amor que não permitirá que o justificado fique confuso. Este amor é uma espécie de combustível, que conduz os filhos por caminhos imparáveis. Que amor é este? O próprio Paulo mostra-nos esse amor dos versos seis a nove: A morte de Cristo! O amor instruído aqui por Paulo é ministrado pelo Espírito Santo nos nossos corações de forma racional, destarte, os chamados e feitos filhos de Deus aprendem com o próprio Espírito Santo, ininterruptamente que Cristo morreu por nós, e que isso aconteceu quando ainda éramos fracos, ímpios, pecadores.

domingo, 5 de novembro de 2023

Chegamos numa das frases mais lindas, inspiradoras e que mais produz esperança no coração do crente, Romanos 5.1: “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo…” Essa, como o conteúdo compartilhado aqui no folheto é uma das certezas que devem reinar no coração de todo aquele que confessou Jesus como Senhor e Salvador de sua vida. Certeza da vida eterna ao lado, aos pés, prostrado, louvando e admirando a beleza da santidade do nosso Bom, Justo e Eterno Deus. Para Paulo, todo aquele que foi justificado é um cidadão do céu. Claro, enfrentamos aqui o já e ainda não. Somos, mas ainda faltam alguns dias e eventos para chegarmos lá. O texto do capítulo cinco segue uma consonância harmônica. Paulo está construindo verdades irrefutáveis para sua comunidade leitora. É como se ele dissesse assim: “Essas palavras não são minhas. São letras do meu amanuense, a narrativa é minha, mas o conteúdo é do Espírito Santo. Por isso é impossível ser contestada e resistida”. Não é sem motivo que tantos homens de tempos idos foram fisgados pela graça salvífica na leitura desse livro. O capítulo primeiro vai da introdução às qualificações e informações mais claras e duras sobre o ser humano. Da vontade de pregar, aos decretos condenatórios para uma humanidade caída e perdida nos castigos e idolatrias. No capítulo dois, Paulo deixa claro que, todos, judeus e gregos são indesculpáveis diante de Deus. No capítulo três, Paulo responde às indagações e faz dura distinção entre falsos e verdadeiros judeus. O capítulo quatro é a exemplificação de tudo que falou. Todos indesculpáveis, pecadores e condenados. Mas quando justificados, são verdadeiramente separados e conduzidos até o último dia da sua vida pelo Santo Deus. Assim foi com Abraão. O Capítulo cinco é a certeza da justificação. Ou seja, como foi com Abraão, assim será conosco.
 

 


A incerteza no coração humano é patente. Principalmente quando o assunto é início e fim da vida. De onde viemos e para onde vamos? O ímpio continua categórico em afirmar que não existem explicações para esses lugares. Comumente, e infelizmente, alguns pseudos cristãos afirmam os mesmos vitupérios. Eu mesmo já tive o desprazer de ouvir um velho presbítero, que, aos seus mais de setenta anos de idade, e seus mais de quarenta anos de ministério, afirmou categoricamente que: “Temo a morte. Pois não sei para onde vou! E mais, a Bíblia não dá certeza alguma para onde irão aqueles crentes que morrerem”. Ou seja, esse irmão desconhece totalmente o ensino das Escrituras Sagradas sobre a morte. Tanto esse, quanto inúmeros irmãos e pessoas no mundo estão incólumes de informações essenciais sobre o início e o fim da vida. Hoje, pela graça do nosso Bom Deus, daremos início ao estudo do Gênesis. Como começou. Quando começou. Quem começou. Quais seus propósitos. Como Ele fez. Estudaremos o Gênesis. Parte a parte. Importante: Há algo antes do Gênesis. Você deve perguntar: Outro livro antecedeu o Gênesis? Não. Ufa! Mas devemos estudar o resumo do pentateuco. O que é o pentateuco? Pentateuco é o conjunto dos cinco primeiros livros da Bíblia: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. Por quê? Por alguns motivos especiais: 1 - Unidade informacional 2 - Autoria 3 - Um todo da lei 4 - Continuidade. Espero que essa nova jornada de estudo seja edificadora para a sua vida. Uma certeza deve pulular em seu coração: Viemos de Deus. Somos feitura dEle (Gn 1-2).

DISTANTES DE DEUS

O homem vive num constante labirinto competitivo. A luta entre os pares é para chegar ao maior conhecimento reconhecido. Colocar o nome no f...