segunda-feira, 29 de maio de 2023


 Dando continuidade no que estamos estudando sobre os mandatos, especificamente mandato cultural, veremos juntamente com alguns autores, o que é, e como se desenvolveu o mandato cultural. Fica nítido aos nossos olhos, que o mandato cultural é o imperativo de Deus para seus subgerentes dominarem, subjugarem, guardarem e lavrarem a terra (Gn 1.26,28; 2.15). Destarte, trabalho! Vou destacar aqui uma frase, pois o seu conteúdo é motivo de muitas dúvidas até hoje; eis ela aí: TRABALHO É MALDIÇÃO! Ou ainda, TRABALHO VEIO A EXISTIR DEPOIS DO PECADO. Tendo certeza do erro ao afirmar isso, tranquilamente podemos afirmar que o trabalho é uma responsabilidade estabelecida ou criada pelo próprio Deus. E mais, o trabalho foi instituído pelo próprio Deus, antes da queda. Onde encontramos essa informação? Vou mais longe, onde encontramos e quem é o exemplo para tal imposição? O Exemplo é o próprio Deus. Deus? Sim, o próprio Deus se fez exemplo para nossos pais no cenário edênico. O texto é grande, por isso vou narrá-lo e enquadrá-lo aqui para você (leitor). Deus cria todo o cosmos (Gn 1.1-31). Após a criação, Deus ensina algo fenomenal; o descanso é parte obrigatório na vida do trabalhador. Pois, o descanso estará associado ao culto a Deus. Deus descansou (Gn 2.1-3). Duas informações importantíssimas estão nesses dois fenômenos:  1 - Deus trabalhou perfeitamente - tudo era bom; [muito] bom (Gn 1.4, 10, 12, 18, 21 e 25) Tento, dentro das minhas limitações, imaginar essa boa, muito boa criação de Deus. Olhando hoje, mesmo sob a sujidade do pecado, tudo é tão lindo e tão distante das nossas realidades, mas podemos imaginar antes do pecado. 2 - Deus está descansando. Suor, cansaço, falta de ar, pernas fracas e mãos trêmulas… Será? Claro que não! Deus é espírito. Espírito não cansa. O por que Ele descansou? ANTROPOMORFISMO; Deus se revelando de forma humana, para que humanos possam vê-lo, conhecê-lo e imitá-lo. Olhem que legal: Cansaço é sinônimo de fraqueza e limitação. Deus pouco se importa em ser exemplo. Não de fraqueza ou limitação, mas de pausa obrigatória para algo muito maior. Nós só aprendemos sobre a importância do descanso, quando algo que não esperávamos acontecer, acontece; stress, fadiga e afins. O descanso diário e o descanso do giro de uma semana é tão importante quanto o trabalho. Destarte, aprendido isso, é no momento de descanso que aplicamos uma parte do tempo diário e uma parte do dia do giro da semana, para cultuar ao Deus das nossas vidas. É tão simples!

domingo, 28 de maio de 2023

 Já sabemos que estamos falando do poder de Deus para a salvação - EVANGELHO! O pastor Hernandes Dias Lopes, propõe de forma muito simples e profunda um pouco sobre o evangelho: “O evangelho é o poder de Deus para a salvação. Não lidamos com uma mensagem fraca, mas poderosa. Os resultados não dependem do pregador nem dos ouvintes, pois é Deus quem opera tanto o querer como o realizar. É Deus quem abre o coração. É Deus quem dá o arrependimento para a vida. É Deus quem concede a fé salvadora. É Deus quem regenera e justifica. É Deus que sela com o Espírito Santo, santifica e glorifica. Tudo provém de Deus. A salvação é obra exclusiva de Deus”. Vimos domingo passado, que Paulo está sequencialmente acionando gatilhos até chegar aqui. 1 - Paulo tinha certeza do seu ardoroso chamado, e tal certeza, o fazia devedor de todos 2 - Paulo estava pronto para pregar também aos irmãos que estavam em roma. Essas verdades estavam presentes nesse contexto. Um detalhe: O que Paulo estava disposto a pregar? O evangelho! Não era qualquer evangelho. Mas, o poderoso evangelho da salvação. Como vimos no domingo passado, Paulo esboçou belíssimas verdades que certamente pavimentaram de certezas os corações daqueles que estavam em Roma: 1 - O evangelho que ele estava falando não é motivo para vergonha: Rm 1.16 “Pois não me envergonho do evangelho…”. 2 - O evangelho de Deus é poderoso demais: Rm 1.16 “Porque é o poder de Deus para a salvação”. 3 - Paulo ainda normatiza que a salvação é para aqueles que crêem. Ou seja, a graça de Deus é recebida por aqueles que são convencidos dos seus pecados, e arrependidos, acreditam na mensagem do evangelho e se convertem: Rm 1.16 “...de todo aquele que crê”. Hoje, com a permissão de nosso Bom Deus, concluiremos o fim do verso dezesseis e o todo do verso dezessete. O verso dezesseis, no finalzinho, traz dois públicos: Rm 1.16 “...primeiro o judel e depois o grego”. Paulo, seguindo aquilo que era costume de Cristo, e dos demais apóstolos, normatiza que a salvação era anunciada primeiramente para o povo da aliança. Não é sem motivo, que o fluxo evangelístico acontecia assim: primeiro iam para as sinagogas, e depois de serem rechaçados, iam para os gentios. Aqui, a palavra gregos - representa todos os ímpios (Lc 24.47; At 1.4,8; 13.46; Jo 4.22; At 2.39; Rm 3.1,2; 9.4,5). No verso dezessete, Paulo instrui dizendo que a justiça de Deus se revela no evangelho. Isso quer dizer, que Deus escolheu justificar o pecador através da mensagem do evangelho. Ou seja, ao ser ministrado, o pecador é convencido pelo Espírito Santo e chamado ao arrependimento; Rm 1.17 “Visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito”. O evangelho é escolhido por Deus para ser o poderoso instrumento regenerador. Aqui vemos o Espírito Santo sendo o instrumentador dessa ferramenta. É Ele quem infunde no coração do homem. Após o homem ser alcançado por este ato de amor e adoção, impreterivelmente, este homem conseguirá responder às demandas de Deus Rm 1.17b “O justo viverá por fé”. Quero concluir essa missiva com uma frase de Tomás de Kempis: “...Nem o infernal inimigo temerás, se andares escudado na fé…


sábado, 20 de maio de 2023


 Paulo era um homem de convicções; uma das maiores certezas ou a maior que habitava em seu coração era: “O EVANGELHO É PODER DE DEUS PARA SALVAÇÃO” (Rm 1.16). E dessa verdade enraizada no coração, Paulo acomodava toda sua vida.  Paulo não estava falando de qualquer evangelho. Paulo não estava pronto para ir à Roma para ensinar um evangelho estranho. Nem muito menos, Paulo duvidava do conteúdo do evangelho que ele acreditava. E, por saber o todo do evangelho, dentro da sua limitação humana, Paulo fez do evangelho a senda que ele seguiu até o último dia de sua vida. No sermão de hoje nos concentramos nos versos dezesseis e dezessete - tidos, por boa parte dos estudiosos do livro de Romanos, como o centro da mensagem paulina. Esses dois versos dão continuidade naquilo que estamos meditando nos últimos domingos; dos versos oito a quinze. A igreja que estava em Roma era relativamente nova, e tinha como membros, um número significativo de gentios. Ou seja, pessoas que não haviam nascido no judaísmo. Paulo, como havia mencionado por mais de uma vez em versos anteriores, estava desejoso de ir para lá com intuitos divinos. E um deles, o que antecede os versos que serão ministrados hoje, é o de anunciar o evangelho (Rm 1.15). Paulo, no verso quatorze, por causa do seu chamado apostólico, entendia que era devedor a todos, especificamente ele dizia: “Pois sou devedor tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes”. Que dívida era essa? Quantas eram essas pessoas? Como ele pagaria? Simples, Paulo deveria pregar o evangelho do nosso Senhor Jesus para todas as pessoas. E ele não se furtava das suas responsabilidades. E tal era o seu compromisso, que a cobrança interna o fazia olhar para todos como dignos de ouvirem dele o evangelho de Jesus. Que evangelho é este? O evangelho de Deus (Rm 1.1). Qual conteúdo deste evangelho? Jesus (Rm 1.3). Que respaldos humanos Paulo tinha sobre este evangelho? Os profetas, pois foram anunciadores do evangelho, em tempos idos (Rm 1.2). Destarte, Paulo disse duas frases marcantes: 1 - Eu não me envergonho do evangelho 2 - O justo viverá por fé. Por conhecer a amplitude de tudo que está escrevendo, essas duas frases deixam claro qual era o nível de entendimento e relacionamento de Paulo, com Deus e com seu profundo e poderoso evangelho. É por isso, que todo crente que foi alcançado pelo evangelho de Jesus, impreterivelmente deve ter tais certezas no seu coração. Os falsos evangelhos pregados atualmente apontam para um lugar sem Deus. Produzem certezas humanistas e fazem as pessoas produzirem valores materiais nesta e em outra vida. Infelizmente, o atual “evangelho” é um produtor de infernais.

terça-feira, 16 de maio de 2023

MANDATO CULTURAL - INTRODUÇÃO

Para aqueles que não gostam de trabalho. Para aqueles que procuram o criador do trabalho para matá-lo, digo: Esse assunto que iremos estudar, certamente não será nada agradável para os tais. Alguns textos bíblicos coadunam com que iremos adentrar de agora em diante; Pv 6. 6-8 “Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos e sê sábio. Não tendo ela chefe, nem oficial, nem comandante, no estio, prepara o seu pão, na sega, ajunta o seu mantimento”. Jo 5.16-18 “E os judeus perseguiam Jesus, porque fazia estas coisas no sábado. Mas ele lhes disse: Mau Pai trabalha até agora, e eu trabalho também. Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não somente violava o sábado, mas também dizia que Deus era o seu próprio Pai, fazendo-se igual a Ele”. II Ts 3.10 “Porque, quando ainda estávamos convosco, isto vos mandamos: Se alguém não quer trabalhar, também não coma”. MANDATO CULTURAL é a ordem expressa de Deus para seus filhos, para que eles dominem sobre o cosmos (Gn 1.26; 2.15; 2.19,20; 2.1-3; 3.8). Esse domínio está sob a tutela imediata de Deus. Destarte, Deus controla e observa, e seria aquele que iluminaria nossos pais para os desafios de trabalhar após conseguirem resistir à tentação. Ou seja, todo o domínio que estava nas mãos de Adão e Eva era absolutamente controlado pelo tutor de tudo. O domínio no pré-queda tinha suas limitações; não imperfeições ou impossibilidades. O domínio era limitado, pois o desenvolvimento da vida ainda era acriançado. Dias viriam se não fosse o pecado, que tal ação humana seria ampliada, multiplicada e desafiada pelo grande número de pessoas, animais e possibilidades que surgiriam nos pós-aprovação. Oxalá tivesse sido aprovado nosso pai Adão. Contudo, olhando para o cenário edênico, encontramos os afazeres dos nossos pais. E até o pecado, tudo ia muito bem, obrigado! Adão conseguiu dominar sobre a criação, obedecendo assim ao Senhor Deus (Gn 2.15,19 &20). Adão nominava os animais. Adão arava o jardim. Adão cuidava/vigiava/zelava do jardim. O casal trabalhava, e no período entre o fim do trabalho e o início do descanso, cultuava, andava e interagiam diretamente com Deus. Certamente o dia começava bem cedo, nas primeiras auroras Adão e Eva já estavam em lavor. No finalzinho do dia, após o encontro com Deus, o casal experimentava o prazer da vida marital, e no giro de uma semana, dedicavam um dia inteiro para o descanso e louvor ao Deus criador.

 

segunda-feira, 8 de maio de 2023

Quem as pessoas dizem que o Filho do Homem é?


 

A Escritura deixa claro que os judeus nutriam altas expectativas com relação ao Messias há muito esperado – expectativas que Cristo não necessariamente preencheu num primeiro momento. Eles tinham certeza que o Messias seria um homem – não um anjo, e também não Deus – simplesmente um homem. E não apenas um homem qualquer, mas um filho de Davi. Com base nas promessas da aliança de Deus com Davi, eles aguardavam o herdeiro de Davi que estabeleceria o reino eterno.

A compreensão deles parou aí. Eles tinham uma concepção um tanto equivocada do Messias – eles esperavam que ele fosse nada mais que um homem com direito adquirido ao trono de Israel. Não era algo completamente herético ou blasfemo, mas era incompleto, e quando se está tratando da pessoa e obra de Cristo, incompleto é igual a errado.

Os incrédulos também possuem uma compreensão inadequada do "Filho do Homem". Após várias tentativas para descobrirem o Jesus que realmente existiu por detrás daquele que é representado nos textos dos Evangelhos, Ele tem sido retratado como um reformador social por meio pacíficos e espirituais, pregador itinerante carismático, libertador dos pobres, um hasid , homem santo da Galiléia, entre outros - o catálogo é interminável. Mas todas essas tentativas têm uma coisa em comum: para seus autores, o Jesus pintado pelos Evangelhos é o produto da imaginação criativa e piedosa, da fé dos discípulos de Jesus.

Entre os cristãos, atualmente, nem todos aceitam que Jesus, foi e fez o que os Evangelhos nos dizem. Em 1994 uma pesquisa. revelou que 87% dos americanos acreditavam que Jesus ressuscitou literalmente dos mortos. Três anos depois, a pesquisa descobriu que 30% dos americanos que se consideram verdadeiros cristãos não aceitavam que a ressurreição de Jesus tenha sido algo físico e literal, mas sim uma série de experiências psíquicas dos seus discípulos, que de alguma forma os transformou completamente.

Quem realmente é o "Filho do Homem", o "Filho de Davi", o "Messias"?

É assim que o termo Messias funciona. Quando dizemos Jesus Cristo, deveríamos pensar na nossa mente Jesus o Messias; Jesus o prometido Sacerdote, Rei, Profeta; Jesus aquele que foi ungido por Deus para promover nossa redenção. Ele é Jesus, que foi reservado por Deus, ungido por Deus. O Redentor definitivo, o Ungido definitivo, o Cristo definitivo.

segunda-feira, 1 de maio de 2023

 

É impossível não afirmar que os mandatos pactuais são belíssimos e importantíssimos para a igreja nos dias de hoje. Da mesma forma, é insuportável perceber que pouco se conhece ou nada havia sido ouvido/lido sobre tais mandatos de Deus. Perturbador ainda é olhar para o Gênesis, e ver que sempre esteve ali e não era encontrado. Por causa disso os corações devem mergulhar em duas certezas: 1 – ALÍVIO; pois, pela graça de Deus, agora, o conteúdo é visto e pode ser aprendido. 2 – OUTRAS? Sim, quantas outras verdades de Deus estão passando sob os narizes dos crentes, e eles ainda não estão percebendo (Lc 24.16). Um grande exemplo disso acontece todos os momentos quando o crente se dedica ao estudo da Bíblia. Querem descobrir tudo. Querem conhecer muito. Mas, poucos percebem que de tudo que se pode conhecer na Bíblia vem de Deus. Então, antes de conhecer todo possível, o melhor para o crente seria conhecer mais de Deus. Olhando para o assunto que está sendo ministrado, o que se pode saber de Deus, que fará uma apinhada no conhecimento, que redundará no robustecer da fé? Eis um pouquinho de Deus ao se relacionar com Adão: “Deus não é somente um Deus Bondoso, Bem Feitor, Sábio, Santo, Poderoso, mas também Soberano. Ele impõe todas as regras no seu domínio como Legislador e Governante. Esse Soberano Governante pôs Adão debaixo de suas ordens. Deus ordenou não somente que o homem não ficasse ocioso em seu habitat, mas também prescreveu que fizesse as coisas da forma que ele, Criador, queria. Impôs as regras ao dar ao homem o domínio sobre a criação e ordenou que tivesse um comportamento moral responsável[i]”. Heber Campos, tratando sobre o habitat humano, aponta para o quadro explicativo da pessoa de Deus. Quem Ele era. Alguns dos seus atributos. E algumas das suas santas exigências para os seus subgerentes (Adão e Eva), e para toda a criação. Destarte, a criação deveria, e por estar em pleno estado de perfeição, existir corroborando em tudo com quem Deus era, e tudo o que ele desejava. Adão e Eva eram imediatamente responsáveis por cumprirem tudo o que Deus havia determinado. Não é sem motivo que foram criados em perfeição e segundo a imagem de Deus (Gn 1.26-28). A Confissão belga doutrina assim: “Cremos que Deus criou o homem do pó da terra, e o fez e formou conforme a sua imagem e semelhança: bom, justo e santo, capaz de concordar em tudo com a vontade de Deus...” [ii]. Ao olhar para esse quadro e tudo o que Deus representa nele, o crente deve entender alguns pontos importante: 1- Deus não precisava criar nada para suprir alguma necessidade; Quando a Bíblia é estudada de forma correta, encontra-se um Deus soberano e totalmente suficiente nEle mesmo (Gn 1.1-3; Ex 3.14; Sl 2; 8; 139; Is 40.12,22; Mt 3.13-17; Jo 1.1-4; Hb 11.3). 2 – O criado é beneficiado; Ao criar o homem e tudo o que existe, Deus laureou todos com um pedaço do conhecimento dEle. Claro, uma parte suficiente para o deleite enquanto existe. É comum ouvir dos estudiosos, que o que está escrito nas Escrituras Sagradas não é tudo sobre Deus, mas contém tudo aquilo que se necessita saber de Deus (Mt 5.18;Jo 17.17; Rm 10.17; ). E no processo de adoração a esse Deus todo poderoso, a criatura, dia após dia cresce em estaturas. 3 – Conhecer é viver; indubitavelmente, o crente deve entender do ontem, aplicar hoje e estender para o amanhã; Quanto mais se conhece de Deus – pessoa, atributos e vontades, maiores são as capacidades de viver aquilo que Deus deseja. Aí sim, não só os mandatos pactuais serão entendidos e vividos, mas, dentro da possibilidade humana, o crente viverá interagindo com o todo da revelação progressiva.



[i] CAMPOS, Heber Carlos de; O Habitat humano : o paraíso criado / Heber Carlos de Campos, - São Paulo: Hagnos, 2011.

[ii] De Brés, Guido; Ursinus, Zacarias: Confissão belga e Catecismo de Heidelberg / Guido de Brés & Zacarias Ursinus; [tradução: Missão Reformada no Brasil] – Terceira edição – São Paulo: Cultura Cristã, 2011.

DISTANTES DE DEUS

O homem vive num constante labirinto competitivo. A luta entre os pares é para chegar ao maior conhecimento reconhecido. Colocar o nome no f...