A ICRB é uma igreja evangélica, bíblica e reformada. Tem como missão levar os ensinamentos do Senhor Jesus Cristo. Cremos que Jesus é o único que pode nos reconciliar com Deus e nos conduzir no caminho da paz, da fé e da alegria. Também na necessidade de nos reunirmos em comunhão e oração. Você e sua família são muito bem-vindos!
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023
domingo, 12 de fevereiro de 2023
Hoje
estamos diante de um texto difícil. Não por causas gramaticais ou de traduções.
Creio que o texto de hoje é mais delicado, pois, peremptoriamente trata de
demandas eternas. Absurdamente, esse assunto conflita com homens jactanciosos,
que nunca, interiormente desejarão aceitar um destino que não tenha sido
construído por suas próprias mãos (Gn 11.1-9; Lc 12.13-21). E Jesus, de forma
conspícua não deixa seus discípulos, nem a multidão sem as certezas eternas do céu
e inferno. O texto demonstra falta de amor? De forma alguma. O texto demonstra
falta de compaixão? Longe disso. O texto de Mt 7.13-23, ensina que homens
perversos fizeram escolhas nefandas. Consequentemente, receberam recompensas
eternas e inexoráveis. Por outro lado, outros – as ovelhas; elas escolheram
caminhos difíceis e apertados. Lugares de poucas pessoas. Mas,
impreterivelmente, são avenidas que conduzem para o céu (v.14). Destarte,
podemos trazer o texto de Jo 17.3 “E a
vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus
Cristo, a quem enviaste”. Que absolutamente nos ensina que, a porta
estreita e o caminho apertado se dão pelo conhecimento, pelo convencimento e
pelo Chamado do céu. Além de chamar, Deus capacita! Depois de ensinar essas
verdades, Jesus apresenta o quadro terrível de pessoas travestidas, disfarçadas
e obliteradas. Eis alguns apontamentos: 1 – Falsos profetas (v.15) 2 –
Apresentam-se como ovelhas, mas são lobos ROUBADORES (v.15) 3 – Homens com
feitos milagrosos (v.22) 4 – Malditos (v.23). 5 – Destinado aos sofrimentos
eternos (v.24). O propósito de Jesus ao ensinar tal conteúdo para os discípulos
é a precaução. Os discípulos de Jesus deveriam tomar cuidados especiais ao se
depararem com pessoas de tal calibre. Esse ensino estabelece verdades pontuais:
1 – Existia, existe e existirão falsos profetas. Pessoas habilidosas com
palavras e atos, que, possivelmente atrapalharão a vida de muitas ovelhas. 2 –
Jesus estabelece uma enorme diferença entre os que servem a Deus, e os que
andam em trevas. 3 – A mensagem imperativa contra os maus, também serve como
aviso para os seus. É como se dissesse assim: - “permaneçam nos caminhos apertados e difíceis. Pois se vocês seguirem
para o outro caminho, certamente se perderão eternamente”. Dessa forma,
aprendemos que os ensinos de Jesus são simples, conspícuos e confortantes.
Ninguém pode dizer aleivosamente: “Eu não
sabia!” Ou então, “Nunca fui avisado”.
Essas verdades serviram para ontem. Também são verdades hoje. E certamente será
até aquele grande dia.
domingo, 5 de fevereiro de 2023
Existem
muitas certezas a respeito de um crente que é dedicado a oração. Acredito que a
maior de todas é: ele – o crente,
cada dia mais se torna uma pessoa simples. Por que digo isso? Por causa do
poder da oração. A oração possui uma capacidade de prostrar o homem sem
inutiliza-lo. Oração é dependência. Oração é intimidade. Oração é um diálogo
eterno. O Senhor Jesus continua instruindo seus discípulos, e a tônica agora é
oração (Mt 7.7-12). Não qualquer, mas sim uma oração intensa. Uma oração que
ocupa espaços (v.7). Uma oração de certezas (v.7,8). E nesse texto, a oração
ensinada por Jesus está sob a pauta da racionalidade (v.9,10). A racionalidade
que eclode da obrigação, ensina verdades que pacificam o coração (v.11). O
crente que conversa com Deus, que aprendeu a prostrar-se, a ser dependente, ser
intimo e intenso, agora é convocado para uma continuidade santa; qual? Aplicar
tudo na vida do próximo. De que maneira? Da melhor, mais intensa, mais pessoal,
mais explosiva, mais forte... Aquela que eu queria que fizessem comigo. Ou
seja, a melhor forma de aspergir algo em alguém, é a forma que queríamos que
jorrassem em nós.
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