segunda-feira, 18 de setembro de 2023

 Quanto mais próximo chegamos ao fim do capítulo três, mais profundo vão ficando as proposições do apóstolo. É claro que a Bíblia é o único livro que não existem partes que podem ser descartadas. Mas, chegamos em um momento do texto, que Paulo apinha termos teológicos que nos obrigam a uma análise mais pormenorizada. Paulo está sob o pano de fundo da justificação. Ele mesmo explica que essa acontece gratuitamente, sem esforço humano e é testemunhada pela lei e pelos profetas. O mais lindo disso tudo é a maneira disso acontecer. Não depende de nada. Não depende de ninguém. Justificação é um ato de Deus em favor do justificado - mediante / impondo-lhe a fé. Ou seja, Deus coloca no coração do, agora filho, uma certeza na pessoa de Cristo, que muda sua vida por completo. Tudo isso sem haver distinção, não há merecimento humano para tal, pois todos são pecadores e estão privados da glória de Deus. Remissão e propiciação são os bálsamos de Paulo para a sua comunidade leitora. Redimir é resgatar. Paulo diz, que os agora filhos, foram resgatados. Propiciação é Cristo morrendo por nós. Seu sangue sendo derramado e desviando a ira de Deus daqueles que têm fé em Jesus. Do verso vinte e sete ao verso trinta e um, Paulo estabelece um debate em demandas religiosas. Respondendo e finalizando graciosamente sem separar a lei da fé. Como? “Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei”.

DISTANTES DE DEUS

O homem vive num constante labirinto competitivo. A luta entre os pares é para chegar ao maior conhecimento reconhecido. Colocar o nome no f...